A Gasil

A GASIL é uma empresa 100% nacional com tecnologia de ponta para geração de Oxigênio e de Ozônio em equipamentos de grande porte, para uso em sistemas de tratamento de água. Tanto nos processos para consumo humano em cidades, como naqueles em indústrias para processamento de afluente e efluentes.

A Gasil desenvolve tecnologias para tratamento de efluentes de várias naturezas sem uso de produtos químicos. Os geradores de Ozônio juntos a uma nova tecnologia desenvolvida pela GASIL, de nanocatalizadores têm eliminado o uso de produtos químicos em vários tratamentos convencionais.

A habilidade do ozônio para desinfecção de água foi descoberta em 1886 e em 1891 testes pilotos já eram realizados. A primeira instalação industrial de ozônio ocorreu em 1893, em Oudshoorm, na Holanda, para desinfecção da estação de tratamento de água potável da cidade.

Até 1914 o número de estações de tratamento de água utilizando Ozônio cresceu e na Europa já havia pelo menos 49 instalações. Em 1936, o número passou para 100 instalações na França e 140 no mundo todo.

O cloro, sempre mais barato e mais usado sofreu grande revés, quando em 1975 se descobriu que gera compostos cancerígenos organoclorados, subprodutos de reações com a matéria orgânica.

A principal preocupação quanto ao uso de cloro é a formação de organoclorados, os trihalometanos (THM).

Ação Desinfectante do Ozônio

Em relação ao cloro, o ozônio tem 1,5 vezes maior poder de oxidação e dependendo da substância que está sendo atacada é até 1500 vezes mais rápido. A pressão parcial do ozônio é bastante inferior a do oxigênio, sendo facilmente absorvido pela água (c.a. 50 vezes mais rápido que o oxigênio).

O grande diferencial do Ozônio em relação aos diversos agentes desinfetantes é o seu mecanismo de destruição dos micro-organismos. O cloro, por exemplo, atua por difusão através de parede celular para só então agir sobre os elementos vitais no interior da célula, como enzimas, proteínas, DNA e RNA.

Por sua vez, o Ozônio age já diretamente na parede celular causando sua ruptura, demandando menor tempo de contato e tornando impossível sua reativação. Dependendo do tipo de microorganismo, ozônio pode ser até 3.125 vezes mais rápido que o cloro na inativação celular.